A pergunta mais freqüente que os executivos de Supply Chain fazem é: qual a solução para se ter uma cadeia de abastecimento eficiente, com o balanceamento correto entre o serviço desejado e os custos? Os gestores normalmente tendem a focar as ações em suas áreas de expertise, em detrimento daquelas que poderiam trazer maior impacto para a estratégia de negócios. Mas qual seria a solução ideal? Vamos a análise de algumas alternativas:
Sinergias e ganhos de escala - montar uma estrutura logística que permita sinergias e ganhos de escala, operando de maneira otimizada em função da característica física dos produtos e serviços oferecidos, respeitando os requisitos de entrega dos clientes e a disponibilidade dos modais de transportes, reduzindo custos e aumentando o nível de serviço a clientes. Aumento na disponibilidade dos insumos - definir uma estratégia de suprimentos que leve em conta a disponibilidade dos insumos produtivos ou de suporte, a quantidade de fornecedores habilitados e qualificados e a criticidade dos materiais envolvidos, respeito aos prazos do ciclo operacional e aos padrões de qualidade estipulados pelas áreas de desenvolvimento técnico. Além de diminuir as rupturas no atendimento dos pedidos temos potenciais economias no custo de produtos e serviços. Adequação da demanda - alinhar a demanda da equipe comercial com as restrições da cadeia produtiva, atentando para a capacidade de reação operacional às oscilações de mercado, sazonalidade e o conjunto de atividades promocionais que alteram a curva regular de participação do produto ou serviço no seu ambiente mercadológico. Troca de informações com parceiros - garantir resposta rápida e qualificada às oportunidades de ocupação de espaço no mercado de atuação em função do aumento da previsibilidade e confiabilidade nas relações de fornecimento entre os parceiros comerciais, com benefícios concretos no abastecimento, redução de estoques e rupturas por um planejamento inadequado. Revisão de unidades operacionais - rever a malha de distribuição e a localização das unidades fabris em um país com as dimensões territoriais do Brasil é fundamental, podendo ocasionar ganhos com fretes de transferência e entregas e potenciais economias com tributos. Apropriação de benefícios tributários - além de se apropriar dos benefícios existentes, considerar novas alternativas de isenção ou postergação no pagamento de tributos. As autoridades são normalmente sensíveis a propostas de concessão de incentivos fiscais pela abertura de operações em suas regiões de atuação, com geração de novos postos de trabalho e aumento do volume financeiro local. Qual das alternativas acima é a melhor? Todas as mencionadas, além de outras que certamente irão surgir num processo contínuo de melhoria na cadeia, são válidas e devem ser perseguidas.A prioridade a ser definida num processo de criação de uma cadeia de abastecimento eficiente e alinhada com objetivos estratégicos vai depender de uma série de fatores, tais como:
• Impacto nos resultados financeiros;
• Disponibilidade de recursos para executar os projetos em cada área de oportunidade;
• Capacitação interna para gestão de cada um dos processos da cadeia;
• Nível de sofisticação tecnológica e organizacional dos parceiros;
• Movimentação dos concorrentes e do mercado de atuação;
• Atendimento a exigências de parceiros dominantes na relação comercial;
• Fatores externos, como mudanças nos cenário econômico ou político na área de atuação da organização.
Um questionamento fundamental é: como evoluir na direção correta em um cenário de transformações constantes e velocidade de inovações crescente? Não podemos esquecer que a gestão da cadeia de abastecimento é um processo de prestação de serviço às áreas de geração de demanda, que tem uma expectativa normalmente alta em relação ao suporte prestado pelas áreas de retaguarda.
Publicado por: ASLOG
domingo, 13 de setembro de 2009
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Petrobras prevê retomada da produção em Tupi em setembro

A Petrobras prevê que o TLD (Teste de Longa Duração) do poço na área de Tupi, situado no bloco BM-S-11, no pré-sal da bacia de Santos, volte a operar no mês que vem. Juntamente com a subida de produção de outras plataformas que começaram a produzir no início do ano, a Petrobras conta com a operação no pré-sal para fechar 2009 com média de produção acima dos 2 milhões de barris/dia.
Segundo a área de exploração e produção da companhia, os ajustes no equipamento instalado em Tupi estão sendo feitos dentro do cronograma, o que permitirá o retorno da produção, em torno de 15 mil barris/dia, em setembro.
O teste em Tupi foi interrompido no início de julho, depois de um parafuso de fixação de uma das árvores de Natal molhadas (equipamento submarino de controle de fluxo de poços) do projeto apresentar defeito. Segundo a Petrobras, a parada não vai atrapalhar o programa de desenvolvimento da área.
Além do TLD de Tupi, a Petrobras tem ainda prevista a subida de produção de outras unidades que passaram a operar recentemente. É o caso da plataforma P-51, instalada na bacia de Campos desde janeiro, cuja produção atual é de 78 mil barris/dia. A P-51 tem capacidade para produzir até 180 mil barris/dia. No primeiro semestre, a média da unidade foi de 45 mil barris/dia.
Já a plataforma Cidade de Niterói, instalada no campo de Marlim Leste desde fevereiro, está próxima do pico de produção, de 100 mil barris diários. No início de agosto, o sistema produzia 94 mil barris/dia. No primeiro semestre, a média de produção da plataforma foi de 63 mil barris/dia.
A Petrobras conta ainda com as produções das plataformas instaladas nos campos de Frade, operada pela Chevron, e em Parque das Conchas, operada pela Shell. Nas duas áreas, a estatal tem participação minoritária.
Em relação aos testes na camada pré-sal, a companhia planeja concluir, nos próximos 45 dias, testes de formação --que dão informações mais detalhadas-- nas áreas de Iara, no bloco BM-S-11, e Guará, no bloco BM-S-9, ambos na bacia de Santos. A estatal não fez previsões, no entanto, acerca da possibilidade de detalhamento dos volumes ali contidos após esses testes.
Em conferência com analistas e investidores promovida pela Apimec-Rio (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que já foi identificada reduções entre 10% e 30% no aluguel de sondas para exploração, de acordo com a especificação do equipamento.
No ano passado, lembrou o executivo, os custos com as sondas estavam bastante elevados, pelo aquecimento do mercado, que acabou arrefecendo um pouco em função da crise econômica.
"Hoje em dia, o custo para a aquisição de sondas está bem menor, e há disponibilidade no mercado, diferentemente do ano passado", comentou. Barbassa defendeu ainda a política de preços dos derivados praticada pela estatal, que não prevê alterações no curto prazo. Segundo ele, essa prática mantém estável a geração de caixa da empresa, o que, explicou, é fundamental para quem tem um plano de investimentos no longo prazo.
"Os resultados obtidos pela Petrobras, em relação à geração com a venda de derivados, são iguais a empresas que flutuam os preços no curto prazo. Não há perdas para a companhia, e o consumidor também ganha com a estabilidade dos preços", observou.
Segundo a área de exploração e produção da companhia, os ajustes no equipamento instalado em Tupi estão sendo feitos dentro do cronograma, o que permitirá o retorno da produção, em torno de 15 mil barris/dia, em setembro.
O teste em Tupi foi interrompido no início de julho, depois de um parafuso de fixação de uma das árvores de Natal molhadas (equipamento submarino de controle de fluxo de poços) do projeto apresentar defeito. Segundo a Petrobras, a parada não vai atrapalhar o programa de desenvolvimento da área.
Além do TLD de Tupi, a Petrobras tem ainda prevista a subida de produção de outras unidades que passaram a operar recentemente. É o caso da plataforma P-51, instalada na bacia de Campos desde janeiro, cuja produção atual é de 78 mil barris/dia. A P-51 tem capacidade para produzir até 180 mil barris/dia. No primeiro semestre, a média da unidade foi de 45 mil barris/dia.
Já a plataforma Cidade de Niterói, instalada no campo de Marlim Leste desde fevereiro, está próxima do pico de produção, de 100 mil barris diários. No início de agosto, o sistema produzia 94 mil barris/dia. No primeiro semestre, a média de produção da plataforma foi de 63 mil barris/dia.
A Petrobras conta ainda com as produções das plataformas instaladas nos campos de Frade, operada pela Chevron, e em Parque das Conchas, operada pela Shell. Nas duas áreas, a estatal tem participação minoritária.
Em relação aos testes na camada pré-sal, a companhia planeja concluir, nos próximos 45 dias, testes de formação --que dão informações mais detalhadas-- nas áreas de Iara, no bloco BM-S-11, e Guará, no bloco BM-S-9, ambos na bacia de Santos. A estatal não fez previsões, no entanto, acerca da possibilidade de detalhamento dos volumes ali contidos após esses testes.
Em conferência com analistas e investidores promovida pela Apimec-Rio (Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais), o diretor financeiro e de relações com investidores da Petrobras, Almir Barbassa, disse que já foi identificada reduções entre 10% e 30% no aluguel de sondas para exploração, de acordo com a especificação do equipamento.
No ano passado, lembrou o executivo, os custos com as sondas estavam bastante elevados, pelo aquecimento do mercado, que acabou arrefecendo um pouco em função da crise econômica.
"Hoje em dia, o custo para a aquisição de sondas está bem menor, e há disponibilidade no mercado, diferentemente do ano passado", comentou. Barbassa defendeu ainda a política de preços dos derivados praticada pela estatal, que não prevê alterações no curto prazo. Segundo ele, essa prática mantém estável a geração de caixa da empresa, o que, explicou, é fundamental para quem tem um plano de investimentos no longo prazo.
"Os resultados obtidos pela Petrobras, em relação à geração com a venda de derivados, são iguais a empresas que flutuam os preços no curto prazo. Não há perdas para a companhia, e o consumidor também ganha com a estabilidade dos preços", observou.
terça-feira, 4 de agosto de 2009
Estaleiro coreano Daewoo negocia participação em concorrente brasileiro

Seul, 27/7/2009 - A coreana Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering Co., terceiro maior estaleiro do mundo, disse estar em conversações para a compra de uma participação de até 20% em um concorrente brasileiro, a fim de disputar as encomendas da Petrobras.
"A cláusula de índice mínimo de nacionalização é muito importante para conquistar os projetos da Petrobras", disse o principal executivo da Daewoo, Nam Sang Tae, em entrevista concedida em Seul. O negócio pode ser concluído até o fim deste ano, disse Sang Tae, sem citar nominalmente o estaleiro brasileiro de que pretende participar.
A Daewoo Shipbuilding segue o exemplo da Keppel Corp. e da Samsung Heavy Industries Co. ao instalar bases de produção no Brasil para conquistar mais encomendas de projetos para águas profundas. A Petrobras, autora da maior descoberta de petróleo das Américas das últimas três décadas, pretende investir US$ 174,4 bilhões em exploração até 2013.
"A concorrência para assegurar mais pedidos de equipamentos para águas profundas vai se intensificar, num momento em que muitos dos estaleiros estão se concentrando em ganhar a corrida", disse Song Sang Hoon, analista da Kyobo Securities Co. de Seul. "As petrolíferas precisam garantir campos de petróleo, e isso implica maior necessidade de equipamento para águas profundas."
A Petrobras pretende encomendar de cinco a sete navios-sonda, ou semissubmersíveis, disse seu diretor financeiro, Almir Guilherme Barbassa, a 20 de abril. A empresa precisará de mais de 240 embarcações, como navios-sonda, petroleiros, plataformas de produção e barcos de abastecimento nos próximos cinco ou seis anos, disse Barbassa.
A petrolífera brasileira exige que 70% dos pedidos de equipamentos para águas profundas sejam construídos no Brasil, portanto o estaleiro tem de contar com uma presença no País, disse Nam.
"Estou confiante de que participaremos do projeto da Petrobras, uma vez que somos fortes na construção de plataformas de sondagem e navios-sonda", disse Nam. "É apenas uma questão de quantos conseguiremos garantir."plataformas. A Keppel, maior montadora de plataformas de sondagem de petróleo para águas rasas, está realizando estudos de viabilidade para comprar uma participação num segundo estaleiro no Brasil, o que proporcionará à empresa, de Cingapura, mais capacidade produtiva para construir estruturas de águas profundas para a Petrobras.
"Estamos bem posicionados no Brasil porque ficou provado que podemos atender bem às necessidades", disse Choo Chiau Beng, principal executivo da Keppel, em Cingapura. "O principal ponto para nós é estar perto dos nossos clientes, é saber que os países querem manter as obras dentro de suas fronteiras."
A Samsung Heavy, o segundo maior estaleiro mundial, comprou no ano passado uma participação de 10% no Estaleiro Atlântico Sul, para explorar os pedidos na América Latina, entre os quais os da Petrobras.(Da Agência Bloomberg)
"A cláusula de índice mínimo de nacionalização é muito importante para conquistar os projetos da Petrobras", disse o principal executivo da Daewoo, Nam Sang Tae, em entrevista concedida em Seul. O negócio pode ser concluído até o fim deste ano, disse Sang Tae, sem citar nominalmente o estaleiro brasileiro de que pretende participar.
A Daewoo Shipbuilding segue o exemplo da Keppel Corp. e da Samsung Heavy Industries Co. ao instalar bases de produção no Brasil para conquistar mais encomendas de projetos para águas profundas. A Petrobras, autora da maior descoberta de petróleo das Américas das últimas três décadas, pretende investir US$ 174,4 bilhões em exploração até 2013.
"A concorrência para assegurar mais pedidos de equipamentos para águas profundas vai se intensificar, num momento em que muitos dos estaleiros estão se concentrando em ganhar a corrida", disse Song Sang Hoon, analista da Kyobo Securities Co. de Seul. "As petrolíferas precisam garantir campos de petróleo, e isso implica maior necessidade de equipamento para águas profundas."
A Petrobras pretende encomendar de cinco a sete navios-sonda, ou semissubmersíveis, disse seu diretor financeiro, Almir Guilherme Barbassa, a 20 de abril. A empresa precisará de mais de 240 embarcações, como navios-sonda, petroleiros, plataformas de produção e barcos de abastecimento nos próximos cinco ou seis anos, disse Barbassa.
A petrolífera brasileira exige que 70% dos pedidos de equipamentos para águas profundas sejam construídos no Brasil, portanto o estaleiro tem de contar com uma presença no País, disse Nam.
"Estou confiante de que participaremos do projeto da Petrobras, uma vez que somos fortes na construção de plataformas de sondagem e navios-sonda", disse Nam. "É apenas uma questão de quantos conseguiremos garantir."plataformas. A Keppel, maior montadora de plataformas de sondagem de petróleo para águas rasas, está realizando estudos de viabilidade para comprar uma participação num segundo estaleiro no Brasil, o que proporcionará à empresa, de Cingapura, mais capacidade produtiva para construir estruturas de águas profundas para a Petrobras.
"Estamos bem posicionados no Brasil porque ficou provado que podemos atender bem às necessidades", disse Choo Chiau Beng, principal executivo da Keppel, em Cingapura. "O principal ponto para nós é estar perto dos nossos clientes, é saber que os países querem manter as obras dentro de suas fronteiras."
A Samsung Heavy, o segundo maior estaleiro mundial, comprou no ano passado uma participação de 10% no Estaleiro Atlântico Sul, para explorar os pedidos na América Latina, entre os quais os da Petrobras.(Da Agência Bloomberg)
segunda-feira, 13 de julho de 2009

A Shell iniciou a produção nos múltiplos campos do projeto Parque das Conchas (antigo BC-10), localizado a 110 quilômetros da costa do Espírito Santo e onde se encontram reservatórios de óleo pesado a quase 2 quilômetros de profundidade na Bacia de Campos. As participações no poço são divididas da seguinte forma: Shell Brasil Ltda (operadora - 50%); Petróleo Brasileiro S.A. - Petrobras (35%); e ONGC Campos Ltda. (15%). "Isso representa um importante marco na extração de óleo de águas profundas no Brasil e demonstra a capacidade da Shell de desenvolver projetos dentro do cronograma previsto e do orçamento planejado em um ambiente complexo", disse o Diretor de Upstream da Shell nas Américas, Marvin Odum. "Estamos orgulhosos dos avanços que atingimos em diversas tecnologias com o projeto, dos empregos criados e dos investimentos gerados. É um testemunho do forte relacionamento e dos valores compartilhados - uma parceria verdadeira entre as pessoas, o governo do Brasil e a Shell", acrescenta.
O projeto do Parque das Conchas tem duas fases e a produção inicial é traçada a partir de três campos: Abalone, Ostra e Argonauta B-West. A primeira etapa, em operação agora, envolve nove poços produtores e um poço injetor de gás. A segunda fase terá como foco o campo Argonauta O-North. A Shell executou uma série de novas e avançadas tecnologias para fazer frente aos diversos desafios do projeto, entre eles a profundidade da água e a viscosidade do óleo.
Bombas elétricas de 1.500 cavalos de potência impulsionam o petróleo extraído, por 1.800 metros, até a superfície para o processamento na plataforma flutuante de produção, estocagem e transferência (FPSO) Espírito Santo, com mais de 330 metros de comprimento. A embarcação tem capacidade para processamento diário de 100 mil barris de petróleo e 1,42 milhão de metros cúbicos de gás natural, além de poder armazenar cerca de 1,5 milhão de barris de petróleo para carregamento até a costa por navios-petroleiros. Detalhes do projeto O Parque das Conchas tem algumas peculiaridades. Trata-se do primeiro projeto com todos os campos desenvolvidos com base no sistema de separação e bombeio submarinos de petróleo e gás. A profundidade da água exigiu diminuição do peso e o desenvolvimento de risers com flutuadores - tubos flexíveis com quilômetros de extensão que ancoram o FPSO. A geologia dos campos com formações dispersas demandou a utilização de poços horizontais a fim de otimizar a produção. Para manter o fluxo do óleo pesado (API 16° - 42°), o FPSO, com capacidade de gerar 68 megawatts de potência, é responsável pela alimentação de energia para os sistemas de separação e bombeamento de alta pressão nas águas profundas através de grandes umbilicais elétricos. E, finalmente, com o objetivo de evitar queima e reduzir emissões de CO2, o gás natural produzido com o óleo vai ser separado e bombeado de volta para o interior do campo de Ostra até que o gasoduto de exportação esteja completo.
O projeto do Parque das Conchas tem duas fases e a produção inicial é traçada a partir de três campos: Abalone, Ostra e Argonauta B-West. A primeira etapa, em operação agora, envolve nove poços produtores e um poço injetor de gás. A segunda fase terá como foco o campo Argonauta O-North. A Shell executou uma série de novas e avançadas tecnologias para fazer frente aos diversos desafios do projeto, entre eles a profundidade da água e a viscosidade do óleo.
Bombas elétricas de 1.500 cavalos de potência impulsionam o petróleo extraído, por 1.800 metros, até a superfície para o processamento na plataforma flutuante de produção, estocagem e transferência (FPSO) Espírito Santo, com mais de 330 metros de comprimento. A embarcação tem capacidade para processamento diário de 100 mil barris de petróleo e 1,42 milhão de metros cúbicos de gás natural, além de poder armazenar cerca de 1,5 milhão de barris de petróleo para carregamento até a costa por navios-petroleiros. Detalhes do projeto O Parque das Conchas tem algumas peculiaridades. Trata-se do primeiro projeto com todos os campos desenvolvidos com base no sistema de separação e bombeio submarinos de petróleo e gás. A profundidade da água exigiu diminuição do peso e o desenvolvimento de risers com flutuadores - tubos flexíveis com quilômetros de extensão que ancoram o FPSO. A geologia dos campos com formações dispersas demandou a utilização de poços horizontais a fim de otimizar a produção. Para manter o fluxo do óleo pesado (API 16° - 42°), o FPSO, com capacidade de gerar 68 megawatts de potência, é responsável pela alimentação de energia para os sistemas de separação e bombeamento de alta pressão nas águas profundas através de grandes umbilicais elétricos. E, finalmente, com o objetivo de evitar queima e reduzir emissões de CO2, o gás natural produzido com o óleo vai ser separado e bombeado de volta para o interior do campo de Ostra até que o gasoduto de exportação esteja completo.
sexta-feira, 3 de julho de 2009

A petrolífera norte-americana Chevron investirá US$ 5 bilhões nos próximos anos no desenvolvimento de cinco campos de petróleo e gás dos quais é sócia e em novos projetos que busca na área de exploração e produção. Os recursos podem ser destinados também ao pré-sal, desde que o novo marco regulatório em gestação pelo governo "não seja muito restritivo", segundo o presidente da companhia no Brasil, George Buck.
O executivo disse que a empresa está acostumada a operar no regime de partilha de produção e que tem interesse nas reservas do pré-sal.
O governo deve anunciar tal sistema para os campos do pré-sal, em águas profundas. Pelo modelo, será criada uma empresa 100% estatal que irá subcontratar companhias de petróleo, que receberão uma parcela do óleo produzido em troca da operação dos campos. A outra fatia fica com o Estado como forma de remuneração.
Buck disse que a Chevron avaliará tanto a oportunidade de negócio de cada uma das áreas exploratórias como as especificidades do novo marco regulatório antes de definir seus investimentos no país.
"Se não ficar muito restritivo [o novo modelo para o pré-sal], vamos investir no Brasil. Mas é importante que não seja muito restritivo", disse Buck.O executivo elogiou o atual modelo de concessões das áreas de exploração, que, segundo ele, assegurou o crescimento do setor no país.Buck afirmou ainda não temer a provável migração do atual sistema para o de partilha -usado em países como Angola e Indonésia, onde a Chevron também produz petróleo. "O governo vem se posicionando bem e demonstra ter interesse em atrair os investimentos."
Com uma produção global de 2,7 milhões de barris de petróleo por dia, a Chevron iniciou no dia 20 a extração de óleo e gás no Brasil a partir do campo de Frade, na bacia de Campos, que já consumiu investimentos de US$ 3 bilhões. Sócia majoritária do projeto com 51,7%, a petroleira americana tem como parceiras a Petrobras (30%) e um consórcio japonês (18,3%).
A Chevron opera uma plataforma com capacidade de 100 mil barris/dia em Frade. A empresa conta ainda com participações em mais quatro concessões de campos na bacia de Campos -duas operadas pela Petrobras e outras duas pela Shell, que são responsáveis pela condução de todas as atividades de exploração e produção nessas áreas.(Fonte: Folha de S.Paulo/PEDRO SOARES)
O executivo disse que a empresa está acostumada a operar no regime de partilha de produção e que tem interesse nas reservas do pré-sal.
O governo deve anunciar tal sistema para os campos do pré-sal, em águas profundas. Pelo modelo, será criada uma empresa 100% estatal que irá subcontratar companhias de petróleo, que receberão uma parcela do óleo produzido em troca da operação dos campos. A outra fatia fica com o Estado como forma de remuneração.
Buck disse que a Chevron avaliará tanto a oportunidade de negócio de cada uma das áreas exploratórias como as especificidades do novo marco regulatório antes de definir seus investimentos no país.
"Se não ficar muito restritivo [o novo modelo para o pré-sal], vamos investir no Brasil. Mas é importante que não seja muito restritivo", disse Buck.O executivo elogiou o atual modelo de concessões das áreas de exploração, que, segundo ele, assegurou o crescimento do setor no país.Buck afirmou ainda não temer a provável migração do atual sistema para o de partilha -usado em países como Angola e Indonésia, onde a Chevron também produz petróleo. "O governo vem se posicionando bem e demonstra ter interesse em atrair os investimentos."
Com uma produção global de 2,7 milhões de barris de petróleo por dia, a Chevron iniciou no dia 20 a extração de óleo e gás no Brasil a partir do campo de Frade, na bacia de Campos, que já consumiu investimentos de US$ 3 bilhões. Sócia majoritária do projeto com 51,7%, a petroleira americana tem como parceiras a Petrobras (30%) e um consórcio japonês (18,3%).
A Chevron opera uma plataforma com capacidade de 100 mil barris/dia em Frade. A empresa conta ainda com participações em mais quatro concessões de campos na bacia de Campos -duas operadas pela Petrobras e outras duas pela Shell, que são responsáveis pela condução de todas as atividades de exploração e produção nessas áreas.(Fonte: Folha de S.Paulo/PEDRO SOARES)
terça-feira, 16 de junho de 2009
87% das indústrias apontam dificuldades em investir

Só 43% tinham dificuldade no mesmo período do ano passado.Incerteza sobre demanda é principal fator que inibe investimento.
A maioria dos empresários ainda sente dificuldade em realizar seus projetos de investimento em 2009. A Sondagem de Investimentos da Indústria, levantamento divulgado hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), realizado entre os dias 15 de abril e 29 de maio em um universo de 820 empresas, mostra que 87% do total de empresas pesquisadas apontam algum tipo de dificuldade para realizar investimentos este ano. O porcentual com essa mesma resposta era de 43% em igual período no ano passado. Ainda segundo a FGV, no total de empresas que estão com alguma dificuldade para investir, 50% apontam o cenário incerto da demanda como principal fator inibidor de investimentos. Esse porcentual, de acordo com a fundação, é apontado como "a maior frequência relativa da série histórica, iniciada em 2004". A limitação de recursos vem a seguir, lembrada por 35% das empresas; seguido de perto por carga tributária elevada, citada como obstáculo por 29% das empresas que apontaram alguma dificuldade em investir este ano.
Para a fundação, a pesquisa revela que as perspectivas para o investimento produtivo no setor industrial são, este ano, menos favoráveis que as observadas no ano anterior. A FGV informou, em comunicado, que em relação a 2008, na comparação com os investimentos realizados em 2007, as empresas informaram um porcentual médio de crescimento de investimentos da ordem de 16%. Para 2009, as empresas apostam em crescimento de 7,8% em seus investimentos em relação a 2008.
Sobre os motivos para investir, a expansão da capacidade produtiva foi apontada por 24% do total das empresas pesquisadas. A FGV revelou ainda que, entre 2008 e 2009, subiu de forma expressiva a fatia de empresas que afirmam estar sem programa de investimento no momento: 26% do total, sendo esse o maior nível desde 2003, quando era de 28%.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Agência revisa para cima previsão de demanda mundial de petróleo
Previsão, no entanto, ainda é de que procura pelo óleo caia em 2009.Mudança é resposta aos suaves sinais de melhora da atividade econômica.
Pela primeira vez em dez meses, a Agência Internacional de Energia (AIE) revisou em alta a sua previsão para a demanda mundial de petróleo em 2009, em resposta aos suaves sinais de melhora da atividade econômica que estão surgindo.
Em seu relatório mensal sobre o mercado de petróleo, a AIE informou que espera que a demanda global por petróleo bruto neste ano totalize uma média de 83,3 milhões de barris por dia, acrescentando mais 120 mil barris por dia em relação ao prognóstico de demanda feito em seu levantamento divulgado em maio. A demanda neste ano deve recuar 2,9%, ou 2,5 milhões de barris por dia, em relação aos níveis do ano passado, de acordo com as estimativas. Mesmo assim, a revisão em alta sinaliza que a acentuada deterioração da demanda por petróleo, provocada pela pior recessão global em 80 anos, deve, provavelmente, terminar. "É uma revisão relativamente modesta.
Alguns dados macroeconômicos do primeiro e segundo trimestres estão, aparentemente, mais saudáveis do que o esperado, mas este é apenas um começo", disse o editor do relatório da AIE, David Fyfe. Com sede em Paris, a AIE é um grupo de aconselhamento sobre energia para os grandes países consumidores, como os EUA e o Japão. A agência vinha sendo alvo de críticas por parte de alguns analistas que consideravam seus prognósticos excessivamente pessimistas.
A abordagem levemente mais otimista sobre a demanda mundial de petróleo se espelha em estimativas de outros grupos industriais, divulgadas em um momento em que o petróleo é negociado em torno de US$ 72 por barril nos EUA, o nível mais elevado em oito meses.
Sinais
Dados econômicos mais encorajadores e um movimento de investimentos especulativos fizeram os preços do petróleo dobrarem desde o final de 2008. Alguns analistas, contudo, destacam que esse grande salto de preço não tem sustentabilidade, caso a demanda por gasolina nos EUA, o maior consumidor do globo, não mostre um crescimento significativo durante o verão no Hemisfério Norte. A AIE informou que prevê que a demanda de gasolina nos EUA registre crescimento a partir de junho pela primeira vez desde setembro de 2007, mas não forneceu números específicos sobre a expansão prevista para o produto.
A demanda total de petróleo dos EUA foi revisada para cima em 50 mil barris por dia, embora o consumo ainda deva mostrar um recuo pesado de 4,8%, ou 1 milhão de barris por dia, para 18,6 milhões de barris por dia, neste ano. O prognóstico de consumo de petróleo pela China também foi reajustado para cima em 40 mil barris por dia. A demanda total neste ano deve cair 0,4%, para 7,9 milhões de barris por dia, ante os níveis de 2008.
Fyfe informou que boa parte da revisão em alta da previsão de demanda refletiu a melhora na produção de plásticos e outros produtos petroquímicos na Ásia, além de uma recuperação da demanda para estocagem do produto pela China, o segundo maior país consumidor do globo.
Pela primeira vez em dez meses, a Agência Internacional de Energia (AIE) revisou em alta a sua previsão para a demanda mundial de petróleo em 2009, em resposta aos suaves sinais de melhora da atividade econômica que estão surgindo.
Em seu relatório mensal sobre o mercado de petróleo, a AIE informou que espera que a demanda global por petróleo bruto neste ano totalize uma média de 83,3 milhões de barris por dia, acrescentando mais 120 mil barris por dia em relação ao prognóstico de demanda feito em seu levantamento divulgado em maio. A demanda neste ano deve recuar 2,9%, ou 2,5 milhões de barris por dia, em relação aos níveis do ano passado, de acordo com as estimativas. Mesmo assim, a revisão em alta sinaliza que a acentuada deterioração da demanda por petróleo, provocada pela pior recessão global em 80 anos, deve, provavelmente, terminar. "É uma revisão relativamente modesta.
Alguns dados macroeconômicos do primeiro e segundo trimestres estão, aparentemente, mais saudáveis do que o esperado, mas este é apenas um começo", disse o editor do relatório da AIE, David Fyfe. Com sede em Paris, a AIE é um grupo de aconselhamento sobre energia para os grandes países consumidores, como os EUA e o Japão. A agência vinha sendo alvo de críticas por parte de alguns analistas que consideravam seus prognósticos excessivamente pessimistas.
A abordagem levemente mais otimista sobre a demanda mundial de petróleo se espelha em estimativas de outros grupos industriais, divulgadas em um momento em que o petróleo é negociado em torno de US$ 72 por barril nos EUA, o nível mais elevado em oito meses.
Sinais
Dados econômicos mais encorajadores e um movimento de investimentos especulativos fizeram os preços do petróleo dobrarem desde o final de 2008. Alguns analistas, contudo, destacam que esse grande salto de preço não tem sustentabilidade, caso a demanda por gasolina nos EUA, o maior consumidor do globo, não mostre um crescimento significativo durante o verão no Hemisfério Norte. A AIE informou que prevê que a demanda de gasolina nos EUA registre crescimento a partir de junho pela primeira vez desde setembro de 2007, mas não forneceu números específicos sobre a expansão prevista para o produto.
A demanda total de petróleo dos EUA foi revisada para cima em 50 mil barris por dia, embora o consumo ainda deva mostrar um recuo pesado de 4,8%, ou 1 milhão de barris por dia, para 18,6 milhões de barris por dia, neste ano. O prognóstico de consumo de petróleo pela China também foi reajustado para cima em 40 mil barris por dia. A demanda total neste ano deve cair 0,4%, para 7,9 milhões de barris por dia, ante os níveis de 2008.
Fyfe informou que boa parte da revisão em alta da previsão de demanda refletiu a melhora na produção de plásticos e outros produtos petroquímicos na Ásia, além de uma recuperação da demanda para estocagem do produto pela China, o segundo maior país consumidor do globo.
domingo, 14 de junho de 2009
Preço do petróleo fecha semana em queda em NY, mas se mantém no patamar de US$ 70 por barril
Nova York, 12/06/2009 - 17h33 (Reuters) - O preço do barril do Petróleo Intermediário do Texas (WTI, leve) caiu nesta sexta-feira 0,88%, para US$ 72,04, colocando fim a três pregões seguidos de altas que tinham levado a cotação da commodity a bater recordes no ano.Ao fim do pregão na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex), os contratos de WTI para entrega em julho diminuíram US$ 0,64 frente ao preço da jornada anterior, mas acabaram a semana com alta de US$ 3,6, ou 5,26%. Em Londres, o petróleo Brent para entrega em julho caiu 0,87 dólar, ou 1,21$, a US$ 70,92 por barril.
"Os mercados de petróleo estão vendo finalmente uma rodada leve de realização de lucros, impulsionada pela alta no dólar", disse Tim Evans, analista de energia da Citi Futures Perspective em Nova York.
Os contratos de gasolina para entrega em julho perderam US$ 0,02 e terminaram a US$ 2,04 o galão (3,78 litros). Já os contratos de gasóleo de calefação para o mesmo mês caíram US$ 0,02, até US$ 1,83 o galão. No caso do gás natural, os contratos para julho tiveram queda de US$ 0,08 em relação ao valor de quinta-feira, para US$ 3,85 por mil pés cúbicos.
Ontem, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) manteve quase sem mudanças a previsão sobre a demanda mundial de petróleo em 2009, ao estimar que cairá 1,89% a respeito do ano passado, até a média de 83,80 milhões de barris diários, e atribuiu a recente escalada dos preços a um ambiente de otimismo nos mercados.
Os novos cálculos publicados no relatório mensal da Opep são uma leve correção para baixo dos números estimados há um mês, que mostravam uma queda do consumo de 1,83%, para 84,03 milhões de barris por dia.
sábado, 13 de junho de 2009
Etanol
Sudão inaugura primeira usina de etanol da África com equipamentos brasileiros
Michel Alaby, secretário geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, participou da inauguração da fábrica sudanesa Kenana Sugar Company, a primeira usina de etanol de cana-de-açúcar da África.
A fábrica foi equipada com máquinas da empresa Dedini, indústria de máquinas e equipamentos para o ramo sucroalcooleiro com sede em Piracicaba, interior de São Paulo. A usina construída dentro do complexo da Kenana, que fica a 250 quilômetros ao sul da capital Cartum, nas margens do Nilo Branco, terá capacidade para produzir 61 milhões de litros de álcool por ano a partir do melado fabricado no próprio país.
Segundo Michel Alaby, "É com muita alegria que faço essa viagem para presenciar esse momento tão importante do País. O Sudão quer ter acesso a tecnologia brasileira nessa área, pois pretende fabricar veículos movidos a álcool".
O Sudão é o maior produtor de cana-de-açúcar da África, com uma colheita de 1,2 milhão de toneladas por safra, e ainda há muita área disponível para ser explorada. O projeto da Kenana, começou a ser desenvolvido em 1980 e produz açúcar que é exportado para países árabes e da África.
Michel Alaby, secretário geral da Câmara de Comércio Árabe Brasileira, participou da inauguração da fábrica sudanesa Kenana Sugar Company, a primeira usina de etanol de cana-de-açúcar da África.
A fábrica foi equipada com máquinas da empresa Dedini, indústria de máquinas e equipamentos para o ramo sucroalcooleiro com sede em Piracicaba, interior de São Paulo. A usina construída dentro do complexo da Kenana, que fica a 250 quilômetros ao sul da capital Cartum, nas margens do Nilo Branco, terá capacidade para produzir 61 milhões de litros de álcool por ano a partir do melado fabricado no próprio país.
Segundo Michel Alaby, "É com muita alegria que faço essa viagem para presenciar esse momento tão importante do País. O Sudão quer ter acesso a tecnologia brasileira nessa área, pois pretende fabricar veículos movidos a álcool".
O Sudão é o maior produtor de cana-de-açúcar da África, com uma colheita de 1,2 milhão de toneladas por safra, e ainda há muita área disponível para ser explorada. O projeto da Kenana, começou a ser desenvolvido em 1980 e produz açúcar que é exportado para países árabes e da África.
sexta-feira, 12 de junho de 2009
Aumento no desempenho em vendas e distribuição - Empresa WEBB
Para alcançar novos patamares de desempenho e garantir competitividade, as empresas estão revendo suas estratégias de organização e de relacionamento interno e externo no Supply Chain. Grande parte delas já possui uma boa integração interna e está iniciando a implantação de alguma oportunidade de colaboração externa.
Empresas que migram para este modelo de colaboração entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%.





Empresas que migram para este modelo de colaboração entre os parceiros de negócio, conseguem benefícios progressivos dependendo do seu nível de integração, podendo alcançar ganhos logísticos em até 40%.

Com este cenário de maior integração e interdependência entre os parceiros da cadeia de suprimentos, a Webb oferece um portfólio completo de Procurement e Logística, que são as áreas que estão alavancando este movimento de integração. O principal objetivo é permitir que o Supply Chain de seus clientes seja otimizado através de um modelo de gestão dos fluxos de informação, físico e financeiro entre os parceiros de negócio, permitindo que estes também alcancem novos patamares de desempenho.

Para ajudar os seus clientes a identificar de forma efetiva as sinergias operacionais entre suas áreas internas e parceiros de negócios (fornecedores, clientes, embarcadores, transportadores e 3PLs), a oferta da Webb é formada por produtos que compreendem os vários níveis da cadeia de suprimentos:
Estratégia e Planejamento; Otimização Operacional; Eficiência e Controle de Processos; Atividades Operacionais de Suporte.
Logística - Estratégia e Planejamento
As análises relacionadas à Estratégia e Planejamento têm como objetivo ajudar as empresas a definir a visão da área de Logística para o médio e longo prazo. Por isso, a Webb analisa diversos alicerces da operação da empresa de forma integrada. São eles:
Nível de Serviço acordado com a área comercial; Capacidades Logísticas necessárias para suportar o crescimento futuro da empresa; Entendimento da política de estoques da empresa; Como os diversos planejamentos internos se integram propiciando a otimização da operação; Tipos de serviços logísticos existentes e qual a estratégia de execução para cada um deles; Que tipo de fornecedor é adequado para cada tipo de serviço e quais os critérios de seleção desses fornecedores; Definir a visão da área de logística no médio e longo prazo e estruturar um modelo de operação dirigido por uma política de planejamento integrado com um poder de resposta adequado a dinâmica de cada mercado.

Logística - Otimização Operacional
A Otimização Operacional tem como objetivo desenhar o modelo operacional mais adequado para cada serviço logístico. Para isso, um time de especialistas da Webb identifica as premissas operacionais necessárias para compor este modelo. Para a execução desta tarefa, a Webb desenvolveu e adquiriu sistemas e simuladores específicos da atividade logística. São eles:
Transcad: Faz a revisão da malha logística; Webb dimensionamento da Frota: Avalia o dimensionamento da frota; Simulador de Operações Webb: Identifica as estratégias de transportes otimizadas como circuitos de transporte, operação dedicada, entre outros; Tropics/Maxload: Combina a roteirização com formação de carga; Promodel: Faz a revisão de processos e dimensionamento de estruturas e equipamentos de armazenagem, otimização de operação de pátio, simulações para redução dos tempos parados, etc; CAD: Faz a revisão de layout de armazém.
A Webb realiza estudos de intermodalidade para seus clientes, bem como soluções setoriais combinando embarcadores que possuam sinergias logísticas.
A Webb realiza estudos de intermodalidade para seus clientes, bem como soluções setoriais combinando embarcadores que possuam sinergias logísticas.

A Webb consolida todos os seus benchmarks, padroniza processos e materiais a serem entregues para seus clientes com o objetivo de obter maior eficiência e ganho de escala na execução dos seus serviços. Todos estes serviços são consolidados na Central de Operações Logísticas da Webb.
Logística - Eficiência e Controle de Processos
A Central de Operações Logísticas da Webb possui como objetivo gerir as atividades logísticas das empresas clientes, propiciando um painel de acompanhamento de KPI´s e SLA´s de suas operações. Para isso, a Webb estruturou processos internos, desenvolveu sistemas, adquiriu conectividade e capacitou um time de técnicos e especialistas para prestação de seus serviços.
A combinação dos serviços da Central de Operações Logísticas da Webb com os projetos de Otimização Logística e com o time de implantação assegura a captura dos benefícios no médio e longo prazo para seus clientes. Um dos principais diferenciais da Webb é ter sua remuneração atrelada à captura destes benefícios. Neste mesmo modelo a Webb combinou suas capacitações de Procurement e Logística para oferecer uma alternativa de terceirização completa:
Visibilidade da operação
Monitoramento da execução com gestão de eventos não planejados
Gestão inbound e outbound
Gestão de operações multi-empresas
Além destes serviços, a Webb também desenvolve soluções customizadas para seus clientes de acordo com as necessidades e estratégias de negócio.
Logística - Outsourcing de Atividades Operacionais
Para as empresas que já implantaram ou estão em processo de implantação de uma solução de eBusiness, a Webb desenvolveu uma série de serviços essenciais com o objetivo garantir que todos os usuários compradores e fornecedores tenham acesso ao suporte necessário para utilizar estas soluções, assegurando a eficiência de toda a operação do eProcurement.

Suporte ao UsuárioA Webb oferece Contact Center composto por operadores multi-idiomas que dão todo o suporte aos clientes e seus fornecedores, sobre dúvidas técnicas e operacionais de suas soluções de eBusiness. O suporte pode ser acessado através de e-mails ou contato telefônico com a Central que é capaz de atender usuários de projetos de eBusiness implantados em qualquer região do mundo.
Todos os contatos são registrados em sistema de relacionamento (CRM - Customer Relationship Management), assegurando atendimento personalizado a cada usuário. O modelo de CRM implantado pela Webb permite a personalização das manifestações por cliente, classificadas em níveis e graus de severidade, possibilitando a especialização de um atendente ou grupo de atendentes nas especificidades de cada solução provida pela Webb, além dos fluxos automáticos de encaminhamento de solicitações de segundo e terceiro nível.
Os operadores do Contact Center têm acesso a todas as informações cadastrais e ao histórico de atendimentos já efetuados anteriormente, incrementando o nível completo e consistente alcançado nos serviços de suporte. O monitoramento do grau de satisfação dos clientes é realizado através de análises de performance periódicas. Além disso, podem ser estruturadas pesquisas específicas de satisfação contando com os itens de interesse do cliente.
Treinamento
O serviço de Treinamento da Webb tem como objetivo treinar e capacitar os usuários dos clientes e dos fornecedores a transacionar no novo formato de relacionamento, utilizando com sucesso e usufruindo todos os benefícios de uma solução de e-Procurement. Para isso, na primeira cotação ou pedido, a equipe de Contact Center promove uma navegação assistida onde, através de um acompanhamento etapa a etapa, treina os usuários internos e fornecedores a utilizar a solução tecnológica.
A Webb desenvolveu metodologia própria de treinamento que suporta o processo de implementação das soluções de eBusiness. A partir do currículo padrão, cada solução apresenta seu programa de treinamento planejado e aplicado de acordo com processo de priorização do público alvo, definido em conjunto pelo Gerente de Projeto na Webb e a equipe do cliente.
Relatórios Gerenciais e Operacionais
Para permitir que a empresa gerencie todas as ações dos clientes e fornecedores em relação às suas funções na plataforma, a Webb disponibiliza relatórios gerenciais contendo informações sobre os atendimentos realizados pela equipe de Contact Center, propriamente registrados no CRM Webb.
A periodicidade de emissão desses relatórios é pré-acordada entre a Webb e o cliente, como da mesma forma são selecionados os modelos de relatórios que devem ser enviados, e suas eventuais customizações, conforme particularidades específicas de cada empresa.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Francesa JLMD inova ao oferecer sistemas de segurança passiva para transporte marítimo
São Paulo, 14:04 22/5/2009 - A empresa francesa JLMD Ecologic Group inova no mercado de sistemas embarcados de segurança passiva. Esta jovem empresa participa do novo mercado internacional dos FOR System (Fast Oil Recovery) e possui uma gama de soluções na assistência ao esvaziamento dos tanques. Este novo segmento do mercado chamado de segurança passiva a bordo (MPS - Marine Passive Safety) coloca em evidência o interesse de trazer às embarcações de transporte marítimo, meios para corrigir as consequências de um acidente no mar, limitando as consequências ecológicas desastrosas que todos conhecemos. É o mesmo princípio de segurança que levou a indústria automotiva a desenvolver o conceito de "air-bags" para a segurança humana a bordo dos veículos.
Os Anti-leakings Systems (sistemas que limitam vazamentos): oferecem une gama de produtos para eliminar os vazamentos de produtos a bordo (válvula anti-explosão, válvula de segurança, abertura de ventilação) que, uma vez submersos, deixam escapar naturalmente os poluentes. Desta maneira, um navio vítima de naufrágio, tem meios próprios para impedir o vazamento de poluentes. Este último encontra-se nos tanques, pronto para ser extraído.
Os FOR Systems (Fast Oil Recovery Systems) constituem uma solução permanentemente instalada a bordo dos navios, permitindo uma ação rápida e controlada para o esvaziamento dos produtos poluentes embarcados em caso de acidentes no mar. Podendo adaptar-se em navios novos ou retrofit, a proposta tecnológica que a JLMD apresenta tem como objetivo garantir, em situações mais complexas, um esvaziamento rápido e controlado dos produtos ditos "poluentes" e reduzir os riscos conseqüentes de acidente ecológico.
O princípio é muito simples: consiste na instalação de conectores dedicados à recuperação de poluentes. Estes conectores, situados em lugares estratégicos, protegem cada tanque a bordo. Desta maneira, os tanques equipados do navio são sempre acessíveis através de pontos pré-definidos e conhecidos das empresas de salvamento.
A pré-instalação, a pré-definição dos procedimentos de esvaziamento, a flexibilidade do sistema e sua permanência a bordo, garantem um ganho de tempo consequente: até 45%, o que permite retomar mais rapidamente o controle sobre os poluentes transportados e impedir uma ameaça ecológica que o tempo só faz aumentar.
Inicialmente, estes sistemas eram destinados a proteger os tanques de transporte de hidrocarboneto dos petroleiros. Porém, o tamanho de certos tipos de navios transportando petróleo para seu próprio consumo ou em um pequeno tanker, levou a empresa JLMD a desenvolver soluções capazes de garantir segurança nos tanques a combustíveis.
Para satisfazer a demanda, a JLMD aumentou a gama de prestação e propõe o ORA System (Oil Recovery Assistant) em que a tampa de utilização foi repensada e expandida.
Além da assistência dada em caso de acidente grave (encalhe, naufrágio), o ORA System permite gerenciar incidentes menores, tais como uma trinca em um tanque ou o carregamento de um combustível não-conforme, problemas que facilmente ocorrem em navios.
No caso de trincas ou fraturas, o esvaziamento de um tanque é uma operação que precede todas as demais operações de reparo. As conexões dando acesso aos tanques estão posicionadas nos tanques de combustíveis no fundo das mesmas. Em caso de fraturas com invasão de água, estes acessos são automaticamente inundados, tornando-os não operacionais.
Através do ORA System, somente um ponto no alto "concedido" permite um esvaziamento eficaz. Os reparos podem assim, acontecer mais rapidamente.
Uma operação de descarregamento de um combustível não-conforme também pode consumir muito tempo. O ORA System, através dos seus acessos, pode, igualmente, acelerar o esvaziamento e diminuir consideravelmente o tempo de imobilização do navio. Tais imobilizações são caras em relação à quantidade de produto bloqueado e ao tempo paralisados no porto.
Os Anti-leakings Systems (sistemas que limitam vazamentos): oferecem une gama de produtos para eliminar os vazamentos de produtos a bordo (válvula anti-explosão, válvula de segurança, abertura de ventilação) que, uma vez submersos, deixam escapar naturalmente os poluentes. Desta maneira, um navio vítima de naufrágio, tem meios próprios para impedir o vazamento de poluentes. Este último encontra-se nos tanques, pronto para ser extraído.
Os FOR Systems (Fast Oil Recovery Systems) constituem uma solução permanentemente instalada a bordo dos navios, permitindo uma ação rápida e controlada para o esvaziamento dos produtos poluentes embarcados em caso de acidentes no mar. Podendo adaptar-se em navios novos ou retrofit, a proposta tecnológica que a JLMD apresenta tem como objetivo garantir, em situações mais complexas, um esvaziamento rápido e controlado dos produtos ditos "poluentes" e reduzir os riscos conseqüentes de acidente ecológico.
O princípio é muito simples: consiste na instalação de conectores dedicados à recuperação de poluentes. Estes conectores, situados em lugares estratégicos, protegem cada tanque a bordo. Desta maneira, os tanques equipados do navio são sempre acessíveis através de pontos pré-definidos e conhecidos das empresas de salvamento.
A pré-instalação, a pré-definição dos procedimentos de esvaziamento, a flexibilidade do sistema e sua permanência a bordo, garantem um ganho de tempo consequente: até 45%, o que permite retomar mais rapidamente o controle sobre os poluentes transportados e impedir uma ameaça ecológica que o tempo só faz aumentar.
Inicialmente, estes sistemas eram destinados a proteger os tanques de transporte de hidrocarboneto dos petroleiros. Porém, o tamanho de certos tipos de navios transportando petróleo para seu próprio consumo ou em um pequeno tanker, levou a empresa JLMD a desenvolver soluções capazes de garantir segurança nos tanques a combustíveis.
Para satisfazer a demanda, a JLMD aumentou a gama de prestação e propõe o ORA System (Oil Recovery Assistant) em que a tampa de utilização foi repensada e expandida.
Além da assistência dada em caso de acidente grave (encalhe, naufrágio), o ORA System permite gerenciar incidentes menores, tais como uma trinca em um tanque ou o carregamento de um combustível não-conforme, problemas que facilmente ocorrem em navios.
No caso de trincas ou fraturas, o esvaziamento de um tanque é uma operação que precede todas as demais operações de reparo. As conexões dando acesso aos tanques estão posicionadas nos tanques de combustíveis no fundo das mesmas. Em caso de fraturas com invasão de água, estes acessos são automaticamente inundados, tornando-os não operacionais.
Através do ORA System, somente um ponto no alto "concedido" permite um esvaziamento eficaz. Os reparos podem assim, acontecer mais rapidamente.
Uma operação de descarregamento de um combustível não-conforme também pode consumir muito tempo. O ORA System, através dos seus acessos, pode, igualmente, acelerar o esvaziamento e diminuir consideravelmente o tempo de imobilização do navio. Tais imobilizações são caras em relação à quantidade de produto bloqueado e ao tempo paralisados no porto.
Petrobras Distribuidora inaugura primeiro Eletroposto do país

Posto no Rio de Janeiro vai oferecer recarga de veículos elétricos a partir de energia solar. Projeto pioneiro, eletroposto foi desenvolvido com tecnologia 100% nacional
A Petrobras Distribuidora inaugurou nesta quarta-feira (10/6), no Rio de Janeiro, seu primeiro posto a oferecer recarga de veículos elétricos a partir de energia solar. Resultado de um projeto pioneiro e desenvolvido internamente com tecnologia 100% nacional, o Eletroposto vem atender uma demanda de veículos elétricos que, segundo pesquisas, registra um crescimento estimado em 50% ao ano. Atualmente, as motos elétricas já formam uma frota de 300 unidades no país, das quais 180 no Rio de Janeiro, onde circulam duas dezenas de automóveis com a mesma característica ou híbridos.
O Eletroposto foi projetado exclusivamente para o abastecimento de veículos elétricos a partir da energia solar. Ela é captada por um conjunto de 28 módulos reunidos em painéis fotovoltaicos que gera 184 volts em corrente contínua, cuja potência é convertida por um Inversor em energia trifásica alternada de 220 volts. A energia resultante deste processo é oferecida nos pontos de recarga de motos e carros em tomadas de 110 ou 220 volts. Em caso de ausência de luz solar ou demanda de recarga maior do que a projetada, o inversor capta energia da rede externa.
“Trata-se de mais uma iniciativa da Petrobras Distribuidora no sentido de consolidar seu compromisso de reduzir a emissão de dióxido de carbono, buscar a eficiência energética e estimular a pesquisa de energias renováveis”, explica o diretor da Rede de Postos de Serviço, Edimario Oliveira Machado. Segundo ele, o Eletroposto oferecerá possibilidade de recargas pontuais de 1h a 3h ou a troca de baterias descarregadas por carregadas. Em geral, uma recarga completa permite uma autonomia média de 40 km para a moto e 60 km para um carro elétrico, sendo que o consumo gira em torno dos 1,2 kWh.
A Petrobras Distribuidora inaugurou nesta quarta-feira (10/6), no Rio de Janeiro, seu primeiro posto a oferecer recarga de veículos elétricos a partir de energia solar. Resultado de um projeto pioneiro e desenvolvido internamente com tecnologia 100% nacional, o Eletroposto vem atender uma demanda de veículos elétricos que, segundo pesquisas, registra um crescimento estimado em 50% ao ano. Atualmente, as motos elétricas já formam uma frota de 300 unidades no país, das quais 180 no Rio de Janeiro, onde circulam duas dezenas de automóveis com a mesma característica ou híbridos.
O Eletroposto foi projetado exclusivamente para o abastecimento de veículos elétricos a partir da energia solar. Ela é captada por um conjunto de 28 módulos reunidos em painéis fotovoltaicos que gera 184 volts em corrente contínua, cuja potência é convertida por um Inversor em energia trifásica alternada de 220 volts. A energia resultante deste processo é oferecida nos pontos de recarga de motos e carros em tomadas de 110 ou 220 volts. Em caso de ausência de luz solar ou demanda de recarga maior do que a projetada, o inversor capta energia da rede externa.
“Trata-se de mais uma iniciativa da Petrobras Distribuidora no sentido de consolidar seu compromisso de reduzir a emissão de dióxido de carbono, buscar a eficiência energética e estimular a pesquisa de energias renováveis”, explica o diretor da Rede de Postos de Serviço, Edimario Oliveira Machado. Segundo ele, o Eletroposto oferecerá possibilidade de recargas pontuais de 1h a 3h ou a troca de baterias descarregadas por carregadas. Em geral, uma recarga completa permite uma autonomia média de 40 km para a moto e 60 km para um carro elétrico, sendo que o consumo gira em torno dos 1,2 kWh.
Dica de cursos
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Dica de livro
Gestão de Estoques na Cadeia de Suprimento: Decisões e Modelos Quantitativos
Autor: Peter Wanke
Este livro é uma inovação no mercado editorial brasileiro, não apenas por apresentar diferentes modelos para apoio à decisão em gestão de estoques, mas também por indicar como implementar alguns destes modelos em planilha MS-Excel e como medir seu desempenho em termos de custos e de nível de serviço.
Está organizado em capítulos direcionados às suas principais decisões: quanto pedir e quando pedir, quanto manter em estoques de segurança e onde localizar os estoques de produtos acabados.
Autor: Peter Wanke
Este livro é uma inovação no mercado editorial brasileiro, não apenas por apresentar diferentes modelos para apoio à decisão em gestão de estoques, mas também por indicar como implementar alguns destes modelos em planilha MS-Excel e como medir seu desempenho em termos de custos e de nível de serviço.
Está organizado em capítulos direcionados às suas principais decisões: quanto pedir e quando pedir, quanto manter em estoques de segurança e onde localizar os estoques de produtos acabados.
Dica de livro
Logística do PetróleoTransporte e Armazenamento
Autor(a): Luiz Claudio dos Santos Cardoso
É um misto de informativo técnico e manual de operações. Representa uma análise de como se processa a transferência e a estocagem do petróleo e a logística de suporte a essas operações. Os conceitos são apresentados de maneira simples e objetiva, abordando-se os modais de transportes, em especial o dutoviário, de longe o mais econômico e seguro. Apresenta, também, uma visão genérica deste setor tão específico, através dos seus diversos elementos constitutivos, tais como tanques de armazenamento, tabulações e acessórios, válvulas, sistemas de medição, principais produtos, controle de perdas, e muito mais. Sem dúvida, é um instrumento valioso para profissionais que atuam direta ou indiretamente no setor, bem como para aqueles que pretendem se especializar nesta área.
Autor(a): Luiz Claudio dos Santos Cardoso
É um misto de informativo técnico e manual de operações. Representa uma análise de como se processa a transferência e a estocagem do petróleo e a logística de suporte a essas operações. Os conceitos são apresentados de maneira simples e objetiva, abordando-se os modais de transportes, em especial o dutoviário, de longe o mais econômico e seguro. Apresenta, também, uma visão genérica deste setor tão específico, através dos seus diversos elementos constitutivos, tais como tanques de armazenamento, tabulações e acessórios, válvulas, sistemas de medição, principais produtos, controle de perdas, e muito mais. Sem dúvida, é um instrumento valioso para profissionais que atuam direta ou indiretamente no setor, bem como para aqueles que pretendem se especializar nesta área.
terça-feira, 9 de junho de 2009
Técnico em Suprimentos
O que torna interessante o exercício do cargo de Técnico em Suprimentos são as responsabilidades que, dia a dia, se avolumam, mas que por serem diversas e variadas desenvolvem sempre a atividade mental, despertam a curiosidade, não deixando que o mesmo se torne um autômato pela rotina do trabalho. Torna-se sua preocupação constante, além das tarefas que ordinariamente executa, ampliar os seus conhecimentos práticos e teóricos dentro de seu campo de ação e aplicá-los em novas tarefas de desenvolvimento e melhoria do serviço pelo qual é responsável.
Sem dúvida alguma, a função de Técnico em Suprimentos é um cargo-chave em qualquer ramo de atividade e não seria demasiado repetir que de seu trabalho, de seus conhecimentos e de sua honestidade dependem, em grande parte, o sucesso de uma empresa; portanto, largos créditos de confiança têm de merecer da direção e seus atos, suas determinações e todas as instruções que dele partirem com referência ao controle de materiais, as quais deverão ser vistas pelo angûlo do próprio interesse da organização para que o fim que todos almejam seja alcançado.
Sem dúvida alguma, a função de Técnico em Suprimentos é um cargo-chave em qualquer ramo de atividade e não seria demasiado repetir que de seu trabalho, de seus conhecimentos e de sua honestidade dependem, em grande parte, o sucesso de uma empresa; portanto, largos créditos de confiança têm de merecer da direção e seus atos, suas determinações e todas as instruções que dele partirem com referência ao controle de materiais, as quais deverão ser vistas pelo angûlo do próprio interesse da organização para que o fim que todos almejam seja alcançado.
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